
Sobre
Um artista, uma especialidade.
Não tento fazer de tudo. Old school e black work são o que eu sei fazer bem — e é nisso que eu foco, sessão após sessão, há 8 anos.
Filosofia
Tatuar não é sobre seguir tendência.
É sobre técnica, tempo e respeito à pele.
Comecei aos 19 anos, autodidata,
entre agulhas artesanais e muita pesquisa.
Hoje, 8 anos depois, sigo só duas linguagens:
traço firme e preto absoluto.
Old school e black work —
o resto é ruído.
8 anos, uma especialidade
Comecei autodidata aos 19, tatuando amigos com o que tinha. Hoje é o único trabalho que faço — e o único que quero fazer.
Sem atalho, sem terceirizar sessão.
Traço grosso, cores vivas, motivos que não saem de moda.
Águias, rosas, andorinhas, adagas — a tradição americana feita pra durar a pele toda.
Black Work
Peças que jogam com contraste puro — sem gradiente, sem sombreado, só preto bem aplicado.
Testado na prática, não em curso de fim de semana.
Anos de flash day, convenção e retrabalho até o traço sair automático.
Clientes fixos
Cliente que fecha uma peça comigo geralmente volta pra próxima — e traz um amigo.
Cada peça é única.
Não repito flash em duas pessoas da mesma turma de amigos, e não faço cover-up correndo.
Estúdio próprio na Vila Madalena, sem sala compartilhada.
Ambiente calmo, material esterilizado, sem gente de fora circulando durante a sessão.
Por que é diferente
Porque cada traço é feito à mão, sem pressa.
Sem máquina automática, sem atalho — cada linha nasce da mão e da experiência.
Porque tradição e técnica andam juntas.
Old school não é sobre nostalgia, é sobre disciplina que atravessa décadas.
Porque tatuagem boa dura a vida toda.
Traço firme, preto absoluto e cuidado pós-tattoo pra envelhecer bem com você.